8 de nov. de 2007
Marta na Itália
Cremação da Sogra
Após a cerimônia de cremação da velha,
todos os familiares e amigos dela
se encontram ao redor da urna
contendo as cinzas
e olhando o forno ainda quente...
Depois de alguns minutos
em que muitos murmuravam diante da cena...
o genro que havia bebido todas,
pede a palavra para discursar.
Sobe em uma cadeira com dificuldade
e brada na maior comoção etílica:
- E agora meus amigos,
uma salva de palmas para o churrasqueiro!!!
( Se vc rir, é pq vc é muito mau!!!!!!)
Vc riu né??!!!!!!!!
Experimente este remédio
O Lula nega
NÃO-musa do verão
6 de nov. de 2007
De que ri a Mona Lisa?
Affonso Romano de Sant'Anna
Estou na sala Da Vinci, no Louvre. Aqui penetrei encaminado por uma seta que dizia "Sala Da Vinci". É como se fosse uma indicação para uma grande avenida no trânsito de uma cidade. Não que a seta seja apelativa ou extraordinária. Mas reconheço que nela está escrito implicitamente algo mais. É como se sob aquelas letras estivesse escrito: "Preparem o seu coração para um encontro histórico com a Gioconda e seu indecifrável sorriso". E tanto é assim que as pessoas desembocam nesta sala e estacionam diante de um único quadro - o da Mona Lisa.
Do lado esquerda da Gioconda, dezesseis quadros de renascentistas de primeiro time. Do lado direito, dez quadros de Rafael, Andrea del Sarto e outros. E na frente, mais dez Ticianos, além de Veroneses, Tintorettos e vários outros quadros do próprio Da Vinci.
Mas não adianta, ninguém os olha.
Estou fascinado com este ritual, E escandalizado com o que a informação dirigida faz com a gente. Agora, por exemplo, acabou de acorrer aos pés da Mona Lisa um grupo de japoneses: caladinhos, comportadinhos, agrupadinhos diante do quadro. A guia fala-fala-fala e eles tiram-tiram-tiram fotos num plic-plic-plic de câmeras sem flash. Sim, que é proibido foto com flash, conforme está desenhado num cartaz para qualquer um entender.
E lá se foram os japoneses. A guia os arrastou para fora da sala e não os deixou ver nenhum outro quadro. E assim as pessoas vão chegando sem se dar conta de que sobre a porta da entrada há um gigantesco Veronese, Bodas de Caná. É singularíssimo, porque o veneziano misturou a festa de Caná com a "última ceia". Cristo está lá no meio da mesa, num cenário greco-romano. O pintor coloou a escravaria no plano superior da tela e ali há uma festança com a presença até de animais.
Entrou agora na sala outro grupo. São espanhóis e italianos. "Veja só os olhos dela", diz um à sua esposa, exibindo o original senso crítico. "De qualquer lado que se olha, ela nos olha", diz outro parecendo ainda mais esperto. "Mas, que sorriso!", acrescentou outro ainda. E se vão.
Ao lado esquerdo da Mona Lisa reencontro-me com dois quadros de Da Vinci. Mas como as pessoas não foram treinadas para se extasiar diante deles, são deixados inteiramente para mim. São A Virgem dos Rochedos e São João Batista. Este último me intriga particularmente. É que este São João assim andrógino tem uma graça especial. E mais: tem o rosto muito semelhante ao de Santa Ana, do quadro Santa Ana, a Virgem e o Menino, no qual Freud andou vendo coisas tão fantásticas, que se não explicam o quadro pelo menos mostram como o psicanalista era imaginoso.
Chegou um bando de garotos ingleses-escoceses-irlandeses, vermelhinhos, agitadinhos, de uniforme. Também foram postos diante da Mona Lisa como diante do retrato de um ancestral importante. Só diante dela. O guia falava entusiasmado como se estivesse ante o quadro de uma batalha. E ele ali, talvez, achando graça da situação.
Enquanto isto ocorre, estou enamorado da Belle Ferronière, do próprio Da Vinci, que embora possa ser a própria Mona Lisa de perfil, ninguém olha.
Chegou agora um grupo de jovens surdos-mudos holandeses. Postaram-se ali perplexos, o guia falou com as mãos e foram-se. Cheou um grupo de africanos. E repete-se o ritual. E ali na parede os vários Rafaéis, outros Da Vincis, do lado esquerdo os dezesseis renascentistas de primeira linha, do lado direito os dez quadros de Rafael, Andrea del Sarto e outros e na frente mais dez Ticianos, além dos Veroneses, Tintorettos etc., que ninguém vê.
O ser humano é fascinante. E banal. Vêm para ver. Não vêem nem o que vêem, nem o que deviam ver. Entende-se. Aquele cordão de isolamente em torno da Mona Lisa aumenta sua sacralidade. E tem um vigia especial. E um alarme especial contra rouba. Quem por ali passou defronte dela acionando sua câmera, pode voltar para a Oceania, Osaka e Alasca com a noção de dever cumprido. Quando disseram que viram a Mona Lisa, serão mais respeitados pelos vizinhos.
Mal entra outro grupo de turistas para repetir o ritual, percebo que Mona Lisa me olha por sobre o ombro de um deles e sorri realmente.
Agora sei do que ri a Mona Lisa.
O que a MONA LISA faz quando o LOUVRE está fechado...
ESTAS SÃO DE ESPANTAR
MISTÉRIOS DO WORD
CASO 1
Faça o seguinte:
1. Escrevam no 'Word' em letras maiúsculas: Q33 NY (referente a quadra 33 de
Nova Iorque, que é onde estavam as torres gemeas do dia 11 de Setembro
2001).
2. Selecionem e aumentem o tamanho da letra para 72.
3. Selecionem e mudem o tipo de letra para Wingdings.
Veja o resultado.
Caso 2 - ESSA EU QUERO VER QUEM EXPLICA...
Para esta nem o Bill Gates encontrou explicação :
1. Abra o Word
2. Escreva: =rand(200,99)
3. Tecle enter e espere 3 segundos.
O que é isto???
Alguém consegue explicar???
4 de nov. de 2007
População brasileira
A população brasileira é de 170 milhões de habitantes.
Desse número, 62 milhões são aposentados.
Isso faz com que sobrem 108 milhões para fazer o trabalho.
Há 29 milhões nas escolas, o que deixa 79 milhões para fazer o trabalho.
Desses, 49 milhões trabalham para o governo federal.
Isso deixa 30 milhões para fazer o trabalho.
Dois milhões estão nas Forças Armadas, o que deixa 28 milhões para fazer o trabalho.
Tire daí, os 24,8 milhões que estão nos governos estaduais e municipais (que não fazem nada) e temos 3,2 milhões de pessoas para fazer o trabalho.
Há 1 milhão de pessoas nos hospitais, o que nos deixa 2,2 milhões de pessoas para fazer o trabalho.
Tire desses, os 200 mil que estão nas prisões e sobram 2 milhões para fazer o trabalho.
Como há 1 milhão 999 mil e 998 pessoas desempregadas, isso faz com que sobrem apenas duas pessoas para fazer o trabalho:
Você e eu!
E, como você esta aí prestando a atenção nessa mensagem... fico eu aqui trabalhando...
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