22 de mai. de 2009

ANDAR

VOCÊ TEM MEDO DO QUÊ?

Não dá para aceitar tanta violência....Pare o mundo que eu quero DESCERRRRR

A grande questão é a seguinte : o cérebro não sabe distinguir o que está acontecendo lá fora do que acontece dentro. Não existe o "lá fora" independente do que está acontecendo no interior dos nossos pensamentos. Isso nos faz pensar que existe uma realidade criada sobre a crise mundial, sobre a violência, sobre todos os demais temas que envolvem o mundo de agora, realidade criada pela mídia e assimilada por nós, capaz de nos fazer sofrer, chorar, perder, amargar, recriar, viver e viver menos. Então devemos nos questionar: O que é realidade? “Tudo me fez observar o mundo ao nosso redor. Então, como você pode continuar a ver o mundo como uma realidade, se o Ser que determina essa realidade é intangível"?

ALGUMAS ASAS SERVEM PARA SONHAR, MAS HÁ ASAS QUE TAMBÉM FAZEM ACONTECER

UM RAIO "X" SOBRE O CIÚME

Estudos recentes revelam que o ciúme é instintivo e está presente desde os primeiros meses de vida de uma pessoa. Há quem diga que um pouquinho de ciúme não faz mal a ninguém. Alguns até afirmam que ele apimenta um relacionamento. O problema é quando o "pouquinho" perde a medida e vira uma rotina no namoro, casamento, família e até mesmo nas amizades, fazendo com que as pessoas envolvidas sofram por causa disso. O homem praticamente nasce com ciumes. A constatação partiu de uma pesquisa realizada pela Universidade de York, no Canadá, que verificou a presença do ciúme em bebês de três meses, incomodados por se sentirem rejeitados ou não receberem a atenção adequada. Daí a constatação da característica instintiva desse sentimento. De todo modo, e independentemente da idade, ele pouco tem a ver com "o outro". É o ciumento que elabora, imagina, interpreta e sofre. E, pior: uma crise pode incentivar o parceiro - até mesmo o mais fiel - a trair, segundo pesquisa do psicólogo Thiago de Almeida, da Universidade de São Paulo (USP), que entrevistou 899 pessoas - 355 homens e 544 mulheres em São Paulo. O estudo revela que os ciumentos têm mais chances de serem traídos. "O parceiro pode se sentir sufocado pelas cobranças e, de fato, olhar para a pessoa que o enciumado insiste ser uma ameaça", afirma. Ciúme seria um conjunto de emoções desencadeadas por sentimentos de alguma ameaça à estabilidade ou qualidade de um relacionamento íntimo valorizado. As definições de ciúme são muitas, tendo em comum três elementos: 1) ser uma reação frente a uma ameaça percebida; 2) haver um rival real ou imaginário; 3) a reação visa eliminar os riscos da perda do objeto amado. No Brasil, de acordo com Almeida, o ciúme é muito valorizado. "Ele é visto como prova de amor". Pesquisa da Universidade de Sunderland, na Inglaterra, comprova a tese e revela que os brasileiros são os mais ciumentos entre as dez nacionalidades entrevistadas. Ao contrário de nós, os americanos, em segundo no ranking, admitem o sentimento a contragosto. "Numa sociedade que valoriza a auto-suficiência, o ciúme é visto como sinal de fraqueza e dependência", avalia o psiquiatra Eduardo Ferreira Santos, autor do livro Ciúme - o lado amargo do amor (Editora Ágora). "Nos países de influência católica, a idéia do casamento 'eterno' favorece a passionalidade." Alguns trabalhos relacionam o ciúme a características físicas de quem o sente. O mais recente, divulgado no ano passado, revela que homens baixos tendem a ser mais ciumentos que os altos. Pesquisadores das universidades de Valência, na Espanha, e Groningen, na Holanda, entrevistaram 549 homens e mulheres e concluíram que todos os homens admitiram ficar enciumados diante de rivais atraentes, ricos e fortes. Os mais altos, porém, mostraram ter mais confiança. Entre as mulheres, as de altura média são menos ciumentas que as muito altas ou baixas por, segundo os estudiosos, serem mais seguras quanto à fertilidade TIPOS DE CIUMES Ciumento queixoso - é aquele que implora, falando ou em silêncio, o amor que pensa não receber. Usa de agressividade com pitadas de covardia, pois se esmera em ofender dissimuladamente. Sente-se ofendido e frustrado, e é capaz de interpretar um papel, com cena e tudo, para demonstrar sua insatisfação. Ciumento trombudo - introvertidos e desconfiados por natureza, demonstram grande imaturidade afetiva, ficando "de tromba" quando o companheiro não corresponde. Usa o silêncio e a frieza para revidar a não correspondência. Faz greves intermináveis. Sua atitude de fuga o torna um ciumento crônico, pois não se confronta com o motivo que o faz ressentir-se. Ciumento recriminante - com o dedo em riste, este ciumento, meio maníaco, meio paranóico, explica minuciosamente os motivos de suas desconfianças. Se sente prejudicado por não ser amado como gostaria. Acusa e faz vexame em público. Usa frases insultantes, agressivas e são chamados de imperialistas do amor. Não admitem que o seu par seja daquele jeito, que o ame daquela maneira, tem de ser como ele quer. Policia o comportamento e as atitudes do companheiro, e este "coitado" vive eternamente num salto alto. Intimida e usa o ciúme como uma arma para justificar sua agressividade. Ciumento autopunitivo - é o ciumento que se sente infeliz por amar. Inflige-se a própria tortura da desconfiança e se pune se afastando de quem gosta. Dispõe-se a desaparecer se for preciso. Deixa de comer e tenta o suicídio de maneira QUE NÃO MORRA. Cria todas as facilidades para que o outro o traia, para dizer que "a culpa é sua", criando uma armadilha para o outro. Ciumento vingativo - este é da época de Moisés: "- Olho por olho, dente por dente". Pensa: "Me traiu... me aguarde". Se se sente abandonado, restitui o sofrimento que se julga vítima, compete com o par e imagina represálias para punir a quem julga amar. A frase para este ciumento: "Aqui jaz o cadáver do amor". Ciumento Sherlock - finge que não liga para o que acontece fora do relacionamento, seguindo o ditado "O que os olhos não vêem o coração não sente", mas sempre que pode, revira os bolsos da paixão em busca de provas que podem incriminá-lo(a). Ciumento Dupla Face - sua arma é fazer com que todos acreditem que é uma pessoa bastante frágil. Assim, sempre é apontado (a) como uma vítima. Com esse jogo, sensibiliza todos ao seu redor, inclusive a pessoa amada. Ciumento Parabólica - você se desdobra em três, se for preciso, para manter a pessoa que ama sempre ao seu lado. Mas se o ser amado se mostrar indiferente, você começa a acreditar que existe mais alguém no meio, e com certeza vai fazer seu amor passar por maus bocados. Ciumento Relógio de Ponto - marca em cima os horários, os amigos e qualquer passo da pessoa amada. Tenta Ter a vida dela em suas mãos de tal forma que possa controlar, se possível, até seus pensamentos.

15 de mai. de 2009

Independencia Emocional

ESTE TEXTO ,ESTOU PUBLICANDO NOVAMENTE, EM HOMENAGEM Á UMA ASSIDUA LEITORA DESTE BLOG VIRGINIA,É PRA VC,QUE GOSTA TANTO DESTE TEXTO MIL BJS QUERIDA.... Tem uma série de coisas que a gente deseja na vida na vida: uma profissão que nos realize,uma intensa vida afetiva, viagens, amigos,descobertas.
Mas se eu tivesse que resumir em uma única palavra o que considero a mais importante conquista, esta palavra seria: INDEPENDÊNCIA
No dia 7 de setembro comemora-se a independência do Brasil.
No entanto, prefiro comemorar a minha, a sua, a nossa.
Não há quem não sonhe em trabalhar por conta própria, ser patrão de si mesmo.
Os que conseguem não trocam por nada. Como conseguir isso?
Dominando um ofício,indo além do que os outros aprenderam, fazendo as coisas do seu próprio jeito, arriscando.
Parece difícil...e é.
E mais difícil ainda é ser independente no amor.
Paixão não entra nessa conversa.
Quando estamos apaixonados somos todos dependentes de telefonemas,de e-mails, de declarações, de presença constante.
Já o amor, que é um estágio posterior, mais sereno e seguro que a paixão, permite o desenvolvimento da independência.
Você não precisa estar em todos os lugares que o seu amor está, você não precisa concordar com tudo o que ele pensa, você não precisa abdicar dos seus projetos, você se sustenta, você conta, você existe.
Tem gente que abre mão disso por puro comodismo. Prefere ser uma sombra, um sparing. Defende-se dizendo que não tem outro jeito. Mentira. É uma escolha.
Ir sózinha ao cinema. Pagar as dívidas. Viajar. Dirigir. Não afligir-se (tanto) com a opinião alheia.
Saber cozinhar pra si mesma, entreter-se com hábitos solitários como a leitura, pegar um táxi, resolver os próprios problemas, tomar decisões com confiança.
Não "precisar" dos outros, e sim contar com os outros para aquilo em que eles são insubstituíveis: companhia...e tudo mais que seja prazerozo..
Se você ainda não atingiu este estágio, suba num cavalo imaginário e dê seu grito do Ipiranga. Ficar amarrada à vida alheia faz você viver menos a sua.
Nada de fazer-se de desentendida só para não se incomodar.
Incomode-se.
DEPENDÊNCIA É MORTE!!! OU NÃO????

Piadinha

Era uma cidadezinha pequena, bem na fronteira do Brasil e Argentina. A Igreja fica cheia para a missa das 10: Argentinos, brasileiros, o prefeito, etc... Começa o sermão: — Irmãos, estamos hoje aqui reunidos para falar dos Fariseus, aquele povo desgraçado como esses argentinos que estão aqui... — Ohhhhhhh! O maior tumulto tomou conta da igreja. Os argentinos saíram xingando o padre. Houve briga na porta da igreja. O prefeito levou a mão à cabeça, indignado. Acabada a confusão, o prefeito foi falar com o padre na sacristia: — Padre, pega leve, os argentinos vêm para este lado, gastam nas lojas, nos restaurantes, trazem divisas para a cidade. Não faça mais isto. Durante a semana a conversa entre todos era a mesma: O padre e o sermão do domingo. Aquele zum-zum-zum todo foi fazendo as pessoas ficarem curiosas e querendo saber o que mais tinha acontecido. Finalmente, chega o domingo seguinte. O prefeito chega na sacristia e comenta com o padre: — Padre, o senhor lembra do que conversamos antes, não? Por favor, não arrume nenhuma encrenca hoje, certo? Começa o sermão: — Irmãos, estamos aqui reunidos hoje para falar de uma pessoa da Bíblia: Maria Madalena. Aquela mulher, a prostituta que tentou Jesus, como essas argentinas que estão aqui. . . Não deu outra: Pancadaria na igreja, quebraram velas nos corredores, tapas, socos e algumas internações no pronto-socorro da cidade. O prefeito novamente foi ao encontro do padre: — Padre, o senhor não me disse que iria pegar leve? Padre, se o senhor não amansar, vou escrever uma carta à Congregação e pedir a sua retirada imediata. Naquela semana, o tumulto era maior ainda. As conversas eram maiores ainda e ninguém perderia a missa do próximo domingo, nem por decreto. Na manhã do domingo, o prefeito entra na sacristia com a polícia e a espalha pela igreja: — Padre, pega leve desta vez, senão te levo em cana! A igreja estava abarrotada. Quase não se conseguia respirar de tanta gente. E o padre inicia: — Irmãos, estamos aqui reunidos hoje para falar do momento mais importante da vida de Cristo: A Santa Ceia. O prefeito então respirou aliviado. E o padre começa o sermão em seguida: — Jesus, naquele momento disse aos apóstolos: "— Esta noite, um de vós irá me trair. Então João perguntou: — Mestre, sou eu? E Jesus respondeu: — Não, João, não é você. E Pedro perguntou: — Mestre, sou eu? E Cristo respondeu: — Não, Pedro, não é você. Então, Judas perguntou: — Mestre, acaso soy yo?..."

Caipira valente!

Um dia um caipira chegou para a mulher e disse: - Muié, tô indo trabaiá i só vorto di noiti. Quando saiu de casa, a preguiça bateu, e ao invés de ir para roça, subiu numpé de manga e ficou lá morgando. Quando, de repente aparece um negão, vai até o pé de manga e nem percebe que o caipira estava lá. Pega uma manga e começa a chupar, pega mais uma, pega outra..., aí a mulher do caipira aparece e diz: - Pode vir negão, ele já foi! E o negão entra na casa do caipira. O caipira, puto da vida, desce da árvore, pega um facão e entra na casa. Quando ele abre a porta vê o negão chupando os peitos da sua mulher, então levanta o facão e diz: - Vai morrêêêê negão!!! Nisso o negão saca um 38 da cintura, aponta pro caipira e diz: - Por que eu vou morrer? E o caipira: - Chupô treis manga e agora tá tomando leite. Nunca disseram procê que dá congestão???

Casais

Dois casais, um de argentinos e outro de brasileiros, estão jogando baralho, quando, de repente, uma carta cai ao chão. O brasileiro, ao apanhá-la, aproveita para dar uma olhada, por debaixo da mesa, nas pernas da argentina que está na sua frente. A argentina, sem calcinha, provoca-o dando uma abridinha nas pernas e mostrando-lhe tudo. Ao se levantar, o brasileiro pede licença da mesa e vai tomar uma água para se recompor. A argentina vai atrás e lhe pergunta: - E aí? Gostaste? Ele responde cheio de vontade: - Adorei! - Por 500 reais? - Ela se insinua. - Fechado! - Ele responde, combinando de ir em sua casa na tarde seguinte, quando o argentino estiver trabalhando. No final da tarde do dia seguinte, chega o argentino do trabalho e pergunta para a mulher se o brasileiro que jogara cartas um dia antes passara por ali. - Sim. - Ela responde. - E deixou 500 reais com você? - Ele pergunta. Ela, já assustada, responde que sim, e quer saber o motivo de todo o interrogatório. O argentino então lhe explica: - Hoje pela manhã aquele brasileiro passou em meu escritório e pediu 500 reais emprestados. Falou que passaria aqui em casa e me pagaria deixando o dinheiro com você. Na verdade eu estava com medo que ele não me pagasse
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